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Lolita no Arame

Lolita no Arame

28
Abr17

finalmente

lolita

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Até que em fim é sexta-feira!

E ainda por cima fim-de-semana grande, tão bom.

Vou tentar esquecer todas as confusões e balburdias do meu trabalho.

Vou dormir e ler e comer...


até terça

27
Abr17

mais uma vez, não devo ser a única

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Outra coisa que estava a necessitar é de um blush num tom de castanho pois o meu está mesmo a acabar, e lá foi eu tentar comprar o mesmo, mas é sempre assim, quando termina o que eu usada já foi descontinuado, acontece-me sempre o mesmo.

Eu gosto de ter pelo menos dois blush's, um em tom de rosa e outro em tom de castanho.

Uso-os não só por estação, rosa no inverno e castanho no verão, mas também dependendo da ocasião, roupa, etc.

Mas gosto de ter sempre estes dois tons.

Mas é sempre a mesma chatice, fico agarrada a uma marca e cor, e pimba, quando vou voltar a comprar já não há.

Mas desta vez ainda foi mais complicado, é que praticamente não encontrei blush's à venda!!!

Então é assim, não gosto de blush's com brilho, porque assim são mais versáteis, tanto dão para a "noite" como para o "dia", e ultimamente eu maquilho-me praticamente só para o dia, e no dia-a-dia não gosto de andar com brilhos, quer dizer, um creme de corpo com brilho não desgosto, uma sombra para os olhos com brilho não descarto, mas o blush uso o rosa para dar aquele aspeto de menina corada/envergonhada/traquinas, que eu sei que os homens gostam e fica giro, mas esperem, tem de ser um rosa discreto que se funda com o resto da pele mesmo só para dar aquele aspeto saudável, nada de rosa choque ou demasiado pálido. E o castanho pode ser a tocar no dourado, mas mais uma vez sem brilhos, apenas para evidenciar as maças do rosto e dar aquele aspeto de bronzeado bonito.

Mas não, agora as lojas é só brilhos e cremes e stiques e coisas para darem o aspeto molhado (alguém ser andar na rua com aspeto molhado??), é só bases grossas e pós bronzeadores, mas blush's nada.

O que vou fazer?

Sem eles sinto-me nua.

 

26
Abr17

lá encontrei

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 Imagem Intimissimi

 

Continuei que nem o Indiana Jones em busca da arca perdida, a minha busca por um sutiã caicai preto com enchimento e que me ficasse bem.

Confesso que corri todas as lojas, e do barato ao caro, nada me caía bem.

Acabei por ir à Intimissimi que por acaso ainda foi a loja onde encontrei a maior variedade, tinham três modelos de sutiã caicai em preto com enchimento, e vesti e despi e vesti e despi e vesti com camisola sem camisola pôs-me de pernas para o ar e nem assim me conseguia decidir.

Voltei a ir a outras lojas e vestir e despir, é que para além de não ter muito dinheiro para gastar, tenho medo de comprar só porque fica bem na hora, tenho alguns sutiãs que na loja ficavam bem e no dia a dia são um pesadelo, alças que não fazem outra vida se não escorregar dos ombros (nota mental: nunca mais comprar sutiãs com alças em cetim), que apertam tanto que no final do dia parece que vai saltar a cabeça, cuja copa dava para levar o lanche para o trabalho, etc. E por isso sempre que vou escolher um sutiã faço das tripas coração para tentar ter a certeza que ele me fica mesmo bem, e que é confortável.

E assim acabei por voltar à Intimissmi, que tem a funcionaria mais simpática do mundo e teve paciência para me aturar e para me compreender, claro que se eu não tivesse cuidado ela tinha-me convencido a levar a loja toda e a verdade é que não era preciso ela torcer-me o braço, é que as peças são mesmo bonitas e quando a funcionária nos compreende e nos mostra as gostas que são mesmo ao nosso gosto é tão difícil não levar tudo, ela foi tão simpática que eu até tive a lata de dizer à gerente para nunca a despedir pois ela foi até hoje a funcionária mais atenciosa que eu já conheci!

E acabei por conseguir escolher apenas um sutiã (o outro ficou-me mesmo no goto) mais umas almofadinhas de enchimento, e mais quatro cuecas, e lá ficou o meu ordenado todo..., mas sai com um sorriso no rosto!

 

24
Abr17

não devo ser a única

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Para me tentar animar, decidi que necessito de renovar a minha roupa interior, começando por substituir os sutiãs mais velhos e com buraco (para mim não há nada que me entristeça mais do que roupa interior com buraco...) e como vem ai a estação quente, quis começar substituindo o meu sutiã sem alças em preto que já está à muitos anos a pedir-me a reforma.

E assim começou o desespero da minha hora de almoço.

Sei que infelizmente o meu corpo mudo nos últimos anos, nunca tive muito peito, gostava de ter mais é verdade, experimentei cremes e comprimidos, mas cirurgia nunca foi uma opção para mim, imaginar algo estranho dentro do corpo do nosso corpinho faz-me alguma confusão, e claro também devido ao custo de uma operação do género. Mas apesar de ter pouco peito, sendo uma pequena e magra, não ficava assim tão mal, e quando eu descobri que existiam sutiãs que faziam uma silhueta bonita, não precisei de mais nada (do de dinheiro para comprar sutiãs).

Mas agora o meu corpo mudo e a minha barriga está gorda e mole e o peito ainda mais pequeno do que o que já era, e metade das roupas que se vêm nas lojas não me ficam bem. Mas nunca pensei que ia ser assim tão difícil arranjar sutiãs para mim.

E eu não devo ser a única com um corpo assim, então tentem explicar-me porque é que os sutiãs com espuma ou silicone só existem em copas B, C... etc. então e as A's, as A's é que precisão desesperadamente de espuma dentro do sutiã, não alguém que já tem copa C ou D, por amor da santa, quem é que faz os sutiãs? Isto é básico, quem tem menos é que precisa de mais!!!!

Então agora eu devia comprar um sutiã 95A, não existe, nenhuma loja tem, pelo menos com enchimento, ONDE É QUE JÁ SE VIU?!

E quando experimento os de copa B, fica um enorme espaço entre o seio e o sutiã, dava para por uma sandes no espaço que sobre e fazer de bolso e guardar já o lanche... sim, estou revoltada e triste.

Os que não têm enchimento são confortáveis, mas eu fico igual a uma tábua de engomar, quem é que quer isso???

E já para não falar que existem mais sutiã sem do que com enchimento, porquê? Eles deviam existir em partes iguais, como as cuecas. Sim é verdade, já passamos pela fase estupida em que íamos a uma loja de roupa interior e só encontrávamos cuecas de fio dental, o que é um prefeito disparate, um dos motivos pelos quais usamos cuecas é para agarrar o penso higiénico ou para esconder o fio do tampão, como tal e seguindo esta lógica devia de haver mais cuecas normais do que de fio dental, mas vá lá que essa fase já passou e a escolha agora é variada, e as boas marcas, lançam conjuntos de sutiã com pelo menos duas cuecas, normais e foi dental, mas se eu gerisse uma empresa dessas, lançava a coleção com mais uma cueca de apoio à barriga, dá muito jeito para alguns tipos de roupa.

Será que algum dia com conseguir voltar a comprar um sutiã?

21
Abr17

não estou aqui

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Com o mau ambiente com que tenho estado no local de trabalho, mais o pânico constate que é quase uma presença física por parte de todos os meus colegas e meu sobre o medo que o patrão apareça e comece a mandar vir ou a despedir mais gente, sinto a vontade constante de fugir daqui.

Mas a realidade é que não posso, não posso fugir nem me despedir, por isso dou por mim a fugir apenas na minha mente.

Já não entrava tão fundo num estado de não presença física, desde a minha adolescência.

Na adolescência fazia banda desenhada, o meu grande problema, e o facto que que fez que nenhuma das minhas bandas desenhadas tivessem um fim, é que eu não conseguia desenhar de forma tão rápida como a minha cabeça sonhava as histórias.

A minha família chegava a encontrar-me a rir ou a chorar sem perceberem o que se passava comigo. O que se passada comigo é que eu estava a viver inúmeras vidas dentro das minhas histórias, com situações tristes ou alegres, e eu na realidade não estava ali sentada, eu estava noutra terra, noutro mundo, outro planeta...

Com a universidade tive de largar as bandas desenhadas e essa fuga para outros locais dentro da minha mente.

E, entretanto, a vida em si ocupou esse espaço, mas deste anteontem, que eu na realidade não estou aqui. Eu pico o ponto, ligo o computador começo a fazer algo e só saiu um pouco desse estado quando ouço o barulho da porta do armazém a fechar, mas o pior é que nem a conduzir eu desperto, para fugir aos problemas do trabalho e para escapar à monotonia do transito e do para arranca, volto a escapar para dentro de uma história.

Mas começo a ficar um pouco preocupada, é que uma vez dentro de uma história criada por mim, eu quero mais, e quero saber mais e viver mais, ou saber o fim, e tornasse viciante, já para não falar que com a minha mente dentro de uma história, eu não tenho os problemas do dia a dia, os problemas reais, e esse vicio faz com que não consiga parrar, não consiga acordar.

Ontem falhei a entrada da rua para a minha casa, segui em frente, hoje ia batendo outro carro, travei a tempo, mas lá foi o conteúdo da minha mala pelo chão do carro a fora.

Tenho de acordar, mas há um pedaço de mim que pergunta para quê?

 

20
Abr17

aquela sensação de ontem

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Pois é, eu ontem bem que estava estranha e a verdade é que em grande parte a culpa é do ambiente do trabalho, ontem isto estava de cortar à faca, até porque andava por cá o doido do dono da empresa, e não é que eu hoje venho a saber que o dono despediu o chefe!

Eu sei que ele provavelmente vai levar uma boa indeminização, até porque ela já diz que a menos que lhe paguem o equivalente do ordenado por dois anos, que não arreda pé.

Mas o pior é que pelos vistos quando se despede um chefe aqui dentro, costuma ir também embora todas as pessoas que foram contratadas durante a chefia dele.… e o meu contrato faltam menos de dois meses para terminar.

Se calhar o melhor que eu fazia era pedir para não me renovarem, pois estou cheia de medo (aterrorizada mesmo) de como será trabalhar com o dono da empresa.

Lembram-se que já aqui contei que já entrevista mo pintaram como se ele fosse o diabo na terra?

Eu não sei se ele é mesmo assim tão mau, já vá vi que ele funciona de acordo com a temperatura que os seus pés acordam pela manhã e com o nível de álcool que ele tem no sangue à tarde. E eu não posso voltar a passar por uma situação dessas. Se voltar a passar por outro patrão completamente esgrouviado eu vou perder o que resta de mim.

Resumindo estou em pânico com o que será e não será.

E se por um lado queria muito ser despedida, por outro vem o pânico de não ter um ordenado para sobreviver.

Eu sinto-me por um fio...

19
Abr17

sinto que

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É assim que me sinto hoje, numa espiral de emoções estranhas.

Dou por mim a chorar com a sensação que nunca fiz nada por mim.

Sinto que estou sempre condicionada por um enorme medo de tudo.

É horrível viver assim, é como a paralisia do sono, tudo vemos, mas não nos podemos mexer, a sensação horrível de impotência.

E no meu caso a minha impotência é o medo, um medo aterrador que só falta me impedir de respirar.

Eu quero, eu preciso de respirar.

Apetecia-me gritar, suplicar para que alguém me ajudasse. Uma amiga era o que eu precisava, como quando somos adolescente e fazemos porcaria porque uma amiga nos faz sentir ridículas e para contrariar fazemos o que não queremos, sabem como é? Eu precisava disso, mas ao contrário, alguém que me fizesse sentir tão mal que eu acabasse por fazer o que na realidade quero, e esquecesse o medo...

 

18
Abr17

não compreendo

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Não compreendo estas modas da comida agora.

Não me interpretem mal, eu própria sou uma foodie, a vários níveis, não suporto quando estou com pessoas que não reconhecem um simples arroz doce, ou não destiguem uma farinheira de uma alheira, sei que a este nível sou um bocado preconceituosa, e gosto de experimentar comeres, e gosto de os fazer e gosto de os comer.

Mas dito isto tudo, continuo em compreender estas modas.

Já aqui vos contei várias vezes o que me irrita os meu colegas de trabalho falarem dos ginásios quando eles não são nada de jeito, e se fosse só falarem de ginásios, mas não é o batidos das proteínas, etc. etc., e não é que eu hoje me dou de caras com um colega em lágrimas a comer às 11 da manhã uma tigela de papas de aveia, e vocês e eu mesma perguntei porque raio ele estava a chorar enquanto comia, o que é que lhe tinha acontecido... ele não gosta de papas de aveia... ora se não gosta e não gosta porque já experimentou, como tal está no seu direito de não gostar, porque raio é que come??? Porque o personal trainer dele diz que fazem bem, e então ele come e chora, e depois ainda ia comer umas bagas de goji que também não gosta (e eu odeio, sabem a perfume, não sei quem é capaz de gostar), e depois ia beber um batido de leite de amêndoa com tapioca porque tudo isto está na moda e o personal trainer dele diz que faz bem...

Ó CUM CANECO porque carga de água anda agora tudo a comer de tudo só porque está na moda e dizem que faz bem? Porquê?

No tempo da minha avó nunca se viu uma curgete à venda, entretanto elas apareceram e ela uma vez comprou por engano a pensar que era um pepino, ficou toda chateada e ia deitar fora mas eu expliquei que a curgete não era má e até podia substituir a batata na sopa e não fazia tão mal, não engordava (claro que isto para a minha avó era chinês, até uma pessoa se importar com o facto de engordar era algo que lhe escapava), pois provou, não gostou e não voltou a comprar.

Não digo para ninguém ser assim tão fechado, sim, aparece algo novo vamos experimentar, e depois tomar as nossas decisões, se gostamos ou não e não vamos comer só porque faz bem e está na moda.

 

17
Abr17

faço sempre asneira

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 Adoro praia, adoro mesmo.

E ontem o dia até estava bonito e fui ver o mar, e como enchi-me de amêndoas de chocolate durante o fim-de-semana, decidi que o que eu ia fazer de melhor, em fez de ficar parada a ver o mar, era subir e descer as dunas.

E foi o que eu fiz durante uma horinha, claro que escusado será dizer que hoje estou toda partida, então as perninhas nem se fala.

E andar nas dunas durante uma hora pensei que devia ter ficado com uma corzinha bonita, e sim, vê-se que já não estou com aquele branco amareloesverdiado doente do inverno. mas não satisfeita com o tom leve de rosa pastel com que fiquei na testa, nariz e bochechas, depois do banho decidi dar uma ajudinha ao sol colocando com bocadinho de autobrozeador misturado com o hidratante, e só na zona da cara, orelhas, pescoço e peito.

Mas é que nunca mais aprendo, e todos os anos faço a mesma asneira.

Depois do banho contei ao meu homem que tinha posto um bocadinho de autobronzeador, ao que ele me perguntou se eu nunca mais aprendo, se é preciso ser ele nas minhas costas a deitar o autobrozeador fora? Argumentei que foi só um bocadinho misturado com o hidratante, só para ver se fico com uma cor bonita blá blá blá...

Hoje de manhã quando acordei e fui ter com ele que acorda mais cedo do que eu, ele desatou a rir, fez-se logo luz na minha cabeça e fui a correr para a casa de banho para me ver ao espelho... estou laranja Galp!

13
Abr17

á anos

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Á anos que não vou ao cinema, acho mesmo que já lhe perdi a conta, talvez à uns sete ou oito anos.

Deixei de ir principalmente por uma questão monetária, o bilhete era cada vez mais caro e a qualidade cada vez pior, passa-se o filme a ouvir mastigar e falar e sei lá mais o quê, já para não falar que ao meu lado se sentavam sempre as criaturas mais estranhas e com a minha ansiedade era cada vez mais difícil estar descansada numa sala de cinema. E a verdade é que com as televisões de hoje em dia e a qualidade dos dvd's e dos nossos sofás, está-se muito melhor em casa, o unico senão é que tem de se esperar uns mesitos depois do filme sair para o cinema para o poder ver, mas aguentasse.

Tenho pena é que nunca experimentei ver nada em 3D, mas pelo que ouço, provavelmente saia da sala de cinema com uma gigantesca enxaqueca.

 

Mas hoje vi esta imagem e adorei, fez-me lembrar o primeiro filme que fui ver ao cinema "O Gato que veio do espaço", fui com o meu pai ao cinema Condes, (alguém ainda se lembra do cinema Condes?) e sei que devia só ter uns cinco anos, pois o senhor lá dos bilhetes deixou-me entrar por favor ao meu pai, e o meu pai deu uma boa gorjeta ao senhor que nos levava até ao nosso lugar (alguém ainda se lembra destes senhores, ou de lhes dar gorjeta?), o filme estava em inglês e eu nem percebia inglês, nem sabia ainda ler as legendas, mas o meu pai ria-se e eu ri-me com ele, e ele assim também incutiu em mim a sua paixão pela ficção.

Adorei.

 

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